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Até onde você iria para realizar um sonho? A Luiza nos mostrou que nada é impossível!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Ela ficou sabendo que em questão de dias ela estaria bem pertinho da sua banda favorita, a One Direction. Ela foi pra terra da rainha realizar um de seus sonhos e contou tudo pra gente!
   Como amiga de longa data, eu tive que pedir para a Lu fazer uma participação especial aqui no blog  e aproveitar para compartilhar essa experiência incrível com todo mundo!
   Vem ver o que ela tem para contar:

   "Tudo começou com uma promoção de uma rádio que dizia levar uma pessoa para conhecer a banda [One Direction]. Eu como qualquer fã, sonho em conhecer meus ídolos portando não hesitei em participar. Eu me esforcei mais do que deveria, arrisquei tudo que eu podia e como o esperado, eu não ganhei. 

   Fiquei muito mal sabendo que todo o meu esforço foi em vão. Tudo aconteceu muito rápido, quando eu percebi, minha mãe havia comprado passagens para eu assistir a um show deles na Inglaterra. Tive vários obstáculos no caminho, meus ingressos não chegaram e eu só fiquei sabendo disso quando já estava hospedada em Sheffield. Com todo o desespero, eu consegui arrumar um ingresso para o penúltimo show e fui sozinha. Fiquei bem longe do palco mas foi uma experiência incrível, amarrei minha bandeira do Brasil em um lugar que a arena toda conseguia ver e gritei o equivalente a mil fãs gringas. 

   O planejado era eu ir no show do dia seguinte mas eu também não tinha ingresso. Eu estava com boas esperanças de encontrar alguém vendendo na porta e por incrível que pareça, eu consegui comprar na própria bilheteria da arena. Fiquei super perto do palco e ainda tive a oportunidade de levar meu irmão e sua mulher para assistir comigo. Assim que eu sai da bilheteria com os ingressos em mãos, fiz questão de amarrar a bandeira do Brasil em meu corpo e sai andando com ela por todo lado. Fora da arena, havia alguns repórteres e fotógrafos entrevistando fãs. 
   Quando eles me viram com a bandeira, não deu outra: vieram correndo me entrevistar e me fotografar. Me pediram para dizer de onde eu sou, quanto tempo demorou para eu chegar até lá e se eu achava que os meninos voltariam após a pausa. Fiquei muito feliz de dar essas entrevistas e mostrar um pouco do carinho brasileiro! Assim que eu cheguei na arena, já sentei e estava super nervosa. Algumas gringas (estranho falar isso pois eu que era a gringa lá) me olhavam estranho mas muitas pareciam simpáticas. 
   O show começou e eu só conseguia chorar. A apresentação deles foi fantástica, eles te passam uma segurança inexplicável. Eu amo a relação deles com as fãs, sempre interagindo e brincando com todos. Foi um show muito emocionante por ser o último antes da pausa, os meninos se emocionaram e qualquer um que estava lá conseguia ver isso! Fiquei o tempo todo com a bandeira levantada e eu tenho certeza que eles viram, o próprio Harry apontou! 
   Quando os meninos se abraçaram, eu pude ver o quanto eles se amam, é uma amizade claramente verdadeira. Eu como uma super larry shipper, o melhor momento foi o abraço Larry. Ninguém esperava por isso, foi tão rápido mas tão emocionante. Eu fiquei totalmente sem reação, até hoje não acredito que eu presenciei aquele abraço! Resumindo: foi uma experiência incrível, muito emocionante e vou guardar cada segundo para sempre!"
   Demais, não? Eu que estava no Brasil e acompanhava a Lu não podia acreditar em tudo que aconteceu com ela, o sonho de toda fã!
   No Twitter e no Snapchat, a Luiza fazia cobertura do show da banda e várias Directioners e contas de fã clubes importantes do fandom a acompanhavam e a divulgavam por lá, mandando muitas mensagens legais! Com certeza deu ainda mais orgulho de estar representando as fãs brasileiras lá fora!
   Ah, e pra quem ficou curioso, aqui tem um vídeo da hora em que ela foi entrevistada:
   Ah, e o sorteio que ela está organizando é esse aqui:

 Lu, obrigada pelo depoimento, sua história com certeza inspira todo mundo que quer realizar seus sonhos, independente de quais eles sejam! Fiquei muito feliz por você, amiga! :)

Beijo,
Aninha 

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De Ana para Ana: entrevista com a bailarina Ana Araújo!

terça-feira, 28 de julho de 2015
 Aproveitando o clima do Festival de Dança de Joinville em que o blog está, entrevistei a bailarina e coreógrafa Ana Araújo! Vem conferir que está show!
   Encantada por tudo o que é arte, eu admiro quem faz da sua paixão, profissão. A Ana Araújo, da academia Ballet Ana Araújo, dança desde pequena e há mais de 25 anos tem sua academia de dança aqui na cidade de São José dos Campos (que inclusive, é a academia que eu faço minhas aulas de jazz, que falei neste post). Desde então vem conquistando inúmeros prêmios, realizações e muitas histórias para contar!

   Confira a entrevista exclusiva que o Blog da Aninha fez com ela, na qual Ana nos conta um pouco mais sobre sua história na dança, suas inspirações e até dicas para quem gosta de dançar e brilhar nos palcos!


Quando começou o seu interesse pela dança?

Meu interesse pela dança surgiu naturalmente e espontaneamente! Meus pais me matricularam para fazer ballet e eu fui gostando a cada dia... Porém fiz pouco tempo, pois logo depois que eu fui diagnosticada com reumatismo infeccioso aos 9 anos e precisei parar todas as atividades físicas, inclusive na escola até os 13 anos, quando pude recomeçar.  Fui muito bem tratada e curei completamente. Recomecei aos 13 anos e não parei mais! Amo cada vez mais essa arte maravilhosa e emocionante! 

A sua Academia completou 26 anos de existência. Quais os momentos mais marcantes de todos esses anos?

Momentos marcantes... Posso dizer que são tantos que nem sei dizer...  As  coreografias, as superações, os prêmios... Mas principalmente as conquistas diárias. Vencer as dificuldades são muito marcantes e nos fazem crescer!

Você prefere atuar como coreógrafa ou bailarina?

Atualmente como coreógrafa, mas ser bailarina é indescritível

Em todos esses anos, após a participação do Ballet Ana Araújo em tantos festivais com várias coreografias premiadas, você pode citar a conquista que mais te emocionou?

Os vários prêmios da coreografia "Labirinto" e o meu primeiro prêmio com a coreografia "Filtro Total".

Quais são os ingredientes essenciais para um bailarino(a) brilhar nos palcos da dança?

Talento, dedicação, disciplina e o mais importante: amor pela dança.
Quais são suas inspirações para criar suas coreografias?

Tudo me inspira... Leitura, música, viagem... 

Quem são seus ídolos?

Baryshnikov, Maurice Béjart....

Eu,  particularmente, adoro filmes de dança. Você tem algum filme preferido, ou alguma indicação para os nossos leitores?

Sou apaixonada por Chicago!

A maioria do público do Blog da Aninha, tem entre 12 a 25 anos. Ainda dá tempo de iniciar um curso de ballet, jazz ou sapateado nesta idade?

Super dá!!! Por motivos de saúde, comecei mais tarde e deu tempo!!! Mas tem que correr atrás do sonho!!!

Obrigada pela entrevista. Para mim, está sendo uma honra tê-la aqui no Blog! Sou fã do seu trabalho!!!  Mas antes de acabarmos, mais uma pergunta: o que a dança significa para você?

Dança é vida! 

Obrigada Aninha pela oportunidade! Adorei participar da entrevista!!

Beijo carinhoso Tia Ana Araújo

   Quem já viu os espetáculos da academia do BAA, sabe que as coreografias são de arrasar, uma melhor que a outra! Este ano, o espetáculo será nos dias 18, 19 e 20 de dezembro, no teatro Educamais em Jacareí, na sala Ariano Suassuna. Já marque na agenda!

   Confira mais entrevistas na seção "Entrevistas" e você pode deixar sugestões de quem você gostaria de ver por aqui!

Beijo,
Aninha 

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Blog da Aninha entrevista a escritora Luiza Trigo!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O Blog da Aninha conseguiu uma entrevista exclusiva com a escritora, cineasta e carioca, Luiza Trigo, que teve seu segundo livro recentemente lançado pela Rocco e que contou muita coisa legal pra gente! Vem conferir!
   No post que eu fiz sobre a Bienal do Livro de São Paulo, que aconteceu no final de agosto, eu falei sobre meu encontro com a Luiza Trigo, autora dos livros "Carnaval" e do recente lançamento da Rocco, "Meus 15 Anos", que inclusive, foi resenhado aqui no Blog!

   E como eu falei para vocês pelas redes sociais do Blog da Aninha, a surpresa envolvendo a Luiza é justamente uma entrevista (que está demais!) que eu fiz com ela! Bora conferir?


   Pelo o que eu vi no seu blog, você fez faculdade de cinema. Mas de onde veio a vontade de começar a escrever?

   Veio da vontade de mudar um livro, de criar o fim que eu queria para uma história que já existia, de ler e me identificar com a personagem. A vontade veio sozinha, sem eu chamar. Eu costumo dizer que a vida me colocou nesse caminho.

   Você já tinha em mente que queria publicar seu livro, ou foi sem querer?

   Aconteceu sem querer. Escrevi do nada, mandei para a editora por impulso e fui aceita de surpresa. (Risos)

   Sua experiência adquirida com os cursos de cinema - inclusive vi no seu blog que você fez um curso em Nova York! - te ajuda na hora de escrever?

   Muito! Principalmente o curso de roteiro que fiz em NY. Lá eu perdi a minha ingenuidade na escrita e aprendi a manipular a história.

   Seu último livro, o “Meus 15 anos” é bem fofo e chama atenção das adolescentes de hoje em dia por abordar um assunto muito falado entre elas. Como surgiu a ideia de escrever sobre uma festa de 15 anos?

   Surgiu no trânsito, subindo a serra Rio- Petrópolis e escutando Taylor Swift. (Risos)

   Para cada um de seus personagens, você pensa em alguém que já conhece/conheceu ou tenta criar “pessoas novas”? E como foi o processo de caracterização deles para a ilustração - que a propósito é linda! - da capa?

   Em Meus 15 Anos todos vieram na minha imaginação. Já Carnaval tem alguns personagens inspirados em pessoas reais. A caracterização foi toda por conta da Irena Freitas. A ilustradora precisa criar também, foi tudo da cabeça dela, não dei pitaco nenhum. Quando vi a capa chorei de emoção. (Risos)

   Luly, além dos livros e do cinema, você é blogueira. Mas quando foi que você criou o Blog da Luly?

   O blog surgiu para saciar a vontade dos leitores por mais textos meus. Como eu não sabia quando iria lançar outro livro, eu criei o blog para escrever mensalmente e manter o contato com o público.

   Você estava na última Bienal em São Paulo, no estande da Rocco. Como foi vivenciar essa coisa de dar autógrafos, tirar fotos e encontrar fãs?

   É a parte mais gostosa. O contato com os leitores, o carinho a troca de energia. É minha semana favorita no ano e agora já estou em contagem regressiva para a Bienal do Rio. (Risos)

   Qual a dica que você dá para quem tem vontade de se tornar escritor?

   Siga sempre e frente, não deixe que os outros te falem o que pode ou não fazer. A vida não é tão fácil como muitos pensam, precisamos ralar muito. Então batalhe por aquilo que quer e não deixe o “não” desanimar vocês.

   Quais são seus planos para o futuro? Além dos livros, você pretende criar algo como uma série de TV?

   Por enquanto não. Estou focada nos livros. E mesmo quando eu tenho alguma idéia de longa ou projeto de programa eu penso duas vezes e acho mais interessante escrever um livro. (Risos)

   Gostaria de deixar um recado para o pessoal que acompanha o Blog da Aninha?

   Olá leitores, obrigada pela atenção e carinho. Espero que tenham gostado da entrevista que a fofa da Aninha fez comigo. Beijinhos carinhosos procês.
Luiza Trigo,
foto: reprodução/Facebook
 Eu adorei! E para quem ficou curioso, o blog da Luiza, o Blog da Luly é esse aqui. Você pode segui-la no Twitter pelo @lulytrigo!
   O que vocês acharam pessoal?


Beijos,

Aninha :)

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Playing with fun - "Save the Pigeon"

terça-feira, 5 de novembro de 2013
Um dos criadores do jogo "Save The Pigeon" conversou comigo sobre o aplicativo - viciante - e como ele teve essa ideia, que por sinal, é muito bacana!
Foto: Divulgação
   Hoje em dia, não há quem não tenha várias páginas no celular cheias de joguinhos! Eu mesma, às vezes me pego fazendo uma "limpa" nos meus aplicativos, senão fica uma desorganização...

   Como eu sei que a maioria de vocês, leitores, amam ficar sabendo de aplicativos novos - haha! - decidi apresentar para vocês o jogo "Save The Pigeon", através de um depoimento de Cristiano, um dos criadores. Confira:

Onde tudo começou

"Tenho um filho de 3 anos de idade, quase 4 anos, e ele simplesmente adora jogos eletrônicos. Joga desde Wii a jogos de computador. Como todo “jogador” antenado, ele também adora games para celular,  especialmente para Android, pois é a plataforma de meu celular (que sou praticamente obrigado a emprestar pra ele ☺).
Certo dia pensei: "Porque não criar um joguinho para celular? Meu filho poderia jogar um joguinho feito por mim, isso seria muito legal!”.
Fiquei então pensando se algo poderia ser feito. De repente veio algo em minha cabeça. E para minha sorte, tenho um irmão que trabalha com programação para celular e é muito bom em programação Android e tenho outro irmão que desde de pequeno desenha muito bem e entende bastante de criação e programas tipo Photoshop.

Então pronto, a equipe estava montada. Tínhamos uma pessoa para a criação do jogo, um programador e um desenhista. A missão agora seria tirar a ideia da minha cabeça e passar para o papel.
Comecei então a montar um doc (story board) com o que havia pensado. Meus irmãos foram refinando minhas idéias e surgiu um jogo que pipas ficavam subindo e o jogador deveria tocá-las e esmagá-las, devendo evitar as pipas eletrocutadas para que não perca pontos de vida. Ao término de 3 corações, o jogo acabaria.

Porém faltava um personagem. Foi quando meu irmão disse: "Vou colocar um pombo em um fio para que ele fique na tela e dê mais carisma ao game.” e o outro completou: "Podíamos deixar o usuário clicar nele para que ele saia voando e possa interagir com o pombo.”
Depois disso estávamos com a faca e o queijo na mão. Alterei a mecânica do jogo que ficou focado no pombo. 

Nessa nova mecânica, não importa quantos corações o jogador tenha, se uma pipa acertar o pombo no fio, ele vira um pombo assado e o jogo acaba. E ainda continua valendo o fato de não poder tocar nas pipas eletrocutadas.

Fazendo algumas modificações

O jogo ficou bem dinâmico e desafiador, pois foi aumentando a dificuldade conforme os pontos aumentavam. E também, ficou um pouco difícil para meu filho jogar, então bolei o módulo KIDS. Nesse módulo, o jogo não sai do primeiro nível. Meu filho simplesmente adorou a ideia e pede para jogar praticamente todos os dias. A partir daí surgiu o game “Save the Pigeon”. Que visa à diversão e tem um propósito de mostrar que não se deve soltar pipas próximas a rede elétrica.

A primeira versão do jogo “Save the Pigeon lite” possui gráficos modestos, porém serviu para aprendermos muito e, como o principal jogador (meu filhão) simplesmente adorou o jogo. Resolvemos lançar o jogo na Play Store do Google.

Tivemos 50 downloads em um dia e 12 comentários 5 estrelas. Achamos isso ótimo para um jogo que não tinha o mínimo de propaganda e possuía um aspecto ainda amador. Então resolvemos lançar uma versão com gráficos mais trabalhados e alguns mimos (Por exemplo, inserimos neve no jogo e o pombo veste um cachecol e gorro para se proteger do frio!) 
O jogo foi lançado em 30 de julho e possui quase 5 mil downloads.

Foto: Reprodução
Estava, então, surgindo a Brothers N Games (sugestivo não??? ☺) e temos como lema “Play with fun*”, ou seja, não pretendemos criar jogos para você ficar grudado o dia todo no celular, e se esquecer do mundo, ou ficar passando raiva porque o jogo é muito difícil. Queremos que vocês se divirtam, jogando com diversão.

Sobre o Save The Pigeon

Objetivo do jogo: Acumular pontos e bater seu próprio recorde (você também pode postar sua pontuação no Facebook e desafiar seus amigos a ganharem de você!).

Modo de jogar: Não deixe as pipas acertarem o pombo. A única pipa que pode acertar o fio é a pipa eletrocutada. Todas as outras pipas irão assar o pombinho e assim o jogo acaba.
Não toque nas pipas eletrocutadas, eles retiram um coração e se você ficar sem corações o jogo acaba.
Quando o pombo estiver descansado (o símbolo do pombo ficará amarelo e um som indicará que está completo) toque no pombo para que ele possa voar. Nesse momento, quando as pipas acertam o fio do poste, o pombo não será assado e você apenas perderá um coração.

Nesse jogo você estará exposto às condições climáticas de uma cidade. Pode chover ou nevar. Caso esteja chovendo ou nevando, o símbolo do pombo ficará com um X, indicando que você não pode mandar o pombo voar. Portanto redobre a atenção e não deixa as pipas acertarem o fio.

Foto: Reprodução
A dificuldade do jogo vai aumentando e as pipas começam a fazer zigue-zague, sumir e aparecer, variar de tamanho, velocidade, etc.

Novidades

Bom pessoal... Espero que vocês tenham gostado desse post. Eu me diverti muito contando como foi criado o primeiro jogo da Brothers N Games. Espero voltar aqui outras vezes para contar pra vocês sobre nossos novos jogos que estamos criando. 

Pra deixar todo mundo curioso, o nome do jogo é “World of Playpuff”. Esse game será diferente do “Save the Pigeon”, será um game de puzzle, com fases e criaturas encantadas. Fica aqui uma imagem do game. Esse game que, com certeza, irá divertir muito a todos.

Foto: Divulgação


E não se esqueçam: “Play with fun”!

Abraços.


A Brothers N Games agradece muito a Aninha, criadora desse blog sensacional, pelo espaço que nos foi dado. E agradecemos, também, a todos os usuários desse blog que fazem dele esse grande sucesso."

* "Play with fun", traduzido para o português significa "Jogue com diversão!".

   Muito legal, não? Adorei a história de como o jogo foi criado :) Para quem ficou interessado, para baixar o jogo é fácil: ele pode ser encontrado na PlayStore clicando aqui! Se você é usuário da Apple Store, não se preocupe, em breve o jogo será lançado também na versão Apple!

Espero que vocês tenham gostado dessa participação especial!

Beijos,

Aninha :)


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Rodrigo Batalha no Blog da Aninha - "Você está com medo do vestibular?"

quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Neste mês, o Blog da Aninha contou com a participação especial do escritor e palestrante Rodrigo Batalha, que fez um texto especialmente para você, vestibulando!


   O vestibular está aí e eu aposto que quem vai fazer as provas deve estar super ansioso e estudando para valer!
   Todo mundo fica aflito nessas ocasiões, isso é fato! Mas sabe de uma coisa? A gente não precisa ficar nessa vibe de medo, ansiedade e neuras de que 'se você vai passar ou não'. A dica é se preparar bem para arrasar nas provas e acreditar que vai conseguir se sair bem. 

   E é sobre isso que Rodrigo Batalha (autor de dois livros: "Medo - o controle em suas mãos" e "Desempenho Máximo, estratégias para conquistar os seus objetivos" e palestrante e recordista brasileiro de esportes radicais!), fala para a gente.
Campeão desde sempre

Pois é. Você já era um vencedor antes mesmo de nascer. Concorreu com outros 05 milhões de desafiantes e venceu. Lembra disso? Tudo bem, eu também não lembro. Mesmo assim, meus parabéns: você é um espermatozoide campeão!
Já parou para pensar no quanto houve de mérito naquela vitória? Pode parecer que não, mas vencer milhares de concorrentes neste caso já diz algo muito importante sobre nós. Claro, somos vencedores antes mesmo de nascer. Fomos os mais fortes, mais rápidos e espertos, e saímos campeões daquela corrida maluca, gerando esta pessoa bacana que agora está lendo esse artigo. Isso é genial! Então quem é que vai dizer que não somos capazes? 
O que é um vestibularzinho de 50 candidatos/vaga perto do que já vivemos anos atrás, quando a disputa envolvia 05 milhões de desesperados para uma só vaga pela vida no útero da mamis? Caramba, eram 5.000.000 por um num concurso muito mais sério. E nós vencemos!!!!!!!!

Mas o que isso tem a ver com nossa capacidade de passar num concurso hoje? Vou explicar. Quando você pega um copo com água e bebe, é porque sabe que aquele copo está ali e a água está dentro dele, certo? Ou seja, isso é uma crença. Você tem uma certeza tão absoluta, que vai lá, pega o copo e vira toda a água goela abaixo. Em resumo, nossos melhores resultados partem de uma forte crença sobre aquilo que somos capazes de fazer. E neste caso, quanto mais sede, mais vontade!

Já percebeu que o sujeito que está em dúvida geralmente acaba se dando mal no futebol, na natação ou até no vídeo game? A explicação é simples. Quando não acreditamos, nosso cérebro não impõe o melhor de nós e nem procura as mais incríveis ferramentas a fim de alcançar o objetivo. É como estar dirigindo um carro de corrida. Se acreditarmos firmemente que podemos vencer, vamos acelerar o carro ao máximo. Quem não acredita vai dirigir sem vontade, a 20 km/hora. Esse não vence mesmo.

Podemos dizer então que temos que unir vários fatores para sermos vencedores, e o primeiro de todos se chama “crença”. Em outras palavras, temos que ter uma imensa certeza de que somos capazes e vamos ser aprovados. Feito isso, o cérebro faz o resto. No entanto, essa crença tem que estar sustentada por pernas, assim como uma mesa. Essas pernas são os estudos que faremos das matérias. Sem elas a crença cai no chão. Ou seja, quanto mais soubermos, melhor.

Muitos alunos não passam no vestibular e em outros concursos apenas por não acreditarem. Acham que é muito difícil, concorrido, que deixa nervoso, etc. É justamente essa interpretação que cria uma crença ruim que impede que eles façam o melhor que podem. É como começar uma corrida caminhando, sem vontade. E como fazer para acreditar em nossa competência? Da mesma maneira que vencemos os medos, inclusive o medo de não passar no vestibular.

Em primeiro lugar, todo mundo é igual em termos de capacidade. Temos cérebros de igual potencial. A diferença é o quanto vamos acreditar em nosso íntimo, e após isso, quantas armas (estudos) vamos buscar para solidificarmos nossa crença na aprovação. 
O medo, por exemplo, é apenas um sentimento, e só existe na cabeça. É fruto de pensamentos ruins. Infelizmente o ser humano tem a tendência natural a pensar mais no que não quer ao invés de pensar no que tanto deseja. Mas ele (o medo) pode servir para uma coisa: como sinal de alerta para anteciparmos algumas ações. 

Se um time de futebol pudesse ver o futuro e soubesse que levaria de 4 x 0, com certeza eles teria se preparado melhor, estudado mais o jogo, o adversário, feito melhor condicionamento físico e acreditado fortemente na vitória. Isso já seria o suficiente. Podemos fazer o mesmo, unindo uma das maiores armas contra o medo: a fé em nossa capacidade. E toda fé em capacidade tem que ser sustentada, assim como as pernas de uma mesa.

Muito estudo, alegria, visualização da vitória, esporte e alimentação saudável. Os ingredientes são esses, e posso provar cientificamente que eles se completam como as melhores armas para a vitória. A alegria e o pensamento positivo produzem substâncias importantes para motivar o cérebro e ofuscar o medo; o esporte exercita, oxigena, estimula nosso raciocínio rápido, produz uma química positiva para os neurônios, e ao mesmo tempo da um refresco fundamental para a máquina; a visualização da vitória motiva e fortalece a crença; e a alimentação saudável nutre nosso sangue e organismo com a melhor matéria prima para deixar nosso cérebro como uma Ferrari. 

Se unidos a uma forte crença, muito difícil não ser aprovado. Mesmo porque, os outros concorrentes não estão lendo este artigo.
Ah... E se no passado o trote de ser o espermatozoide campeão foi uns tapinhas na bunda, no vestibular a coisa é diferente. Vai preparando a cabeleira e não se esqueça de me convidar pra festa! J

- Rodrigo Batalha
   Entendeu como funciona nossa mente? Se você acreditar que é capaz de tudo, você será capaz de tudo! 
  No começo do ano, a pedidos do pessoal da minha sala, escrevi várias dicas de como se preparar para os estudos, leia aqui
   Adorei a colaboração do Rodrigo com o blog, acredito que motivará a todos que estão nessa época da vida. 

Foto: Divulgação
Rodrigo Batalha é especialista em Condicionamento Neuroassociativo formando na Universidade AR Mastery University em Los Angeles e em Neurolinguística, além de várias outras graduações como Administração de Empresas e Recursos Humanos.Tem dois livros publicados pela Editora Saraiva. Compre-os aqui



Beijos,

Aninha :)

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Especial de aniversário do Blog da Aninha - Entrevista com a boyband P9!

sábado, 24 de agosto de 2013
Agosto é mês de aniversário do Blog da Aninha e nada melhor do que uma entrevista inédita com a P9 para comemorar! 


   Eu já tinha falado sobre os meninos da boyband P9 aqui no blog, contando um pouquinho mais sobre a banda (de acordo com a foto, Jonathan, Michael, Igor e Gui) que estão fazendo o maior sucesso!
   O Blog da Aninha os entrevistou com perguntas muito divertidas sobre música, inspirações, fãs e muito mais! Confira:

Olá meninos! Sou Ana Beatriz, do Blog da Aninha e tenho algumas perguntas para vocês. Vamos lá?

   Pelo que sei, vocês adoram andar de skate e pegar uma onda! Mas quando foi que vocês descobriram esse talento musical de cantar e tocar instrumentos?

- Nós quatro temos uma relação com a música desde cedo.

Jonathan: Minha avó era musicista e tocava alguns instrumentos. Comecei pelo pandeiro, que eu acho um instrumento incrível. No colégio montei um grupo de samba e aos poucos fui me interessando pelo violão.

Michael: Eu ganhei meu primeiro violão aos 9 anos e aprendi a tocar. Comecei a me apresentar em festivais da escola. Montei minha primeira banda aos 16 anos, era um grupo de indie rock que se chamava “On The Edge”. Chegamos até a ganhar alguns festivais alternativos do Rio.

Igor: A minha veia musical vem de família. Meu tio é maestro e minha mãe toca piano. Foi por incentivo deles que eu fui descobrindo a me expressar com os instrumentos. Depois descobri que eu também curtia escrever músicas e comecei a me aventurar.

Gui: Descobri que podia cantar quando fui fazer teatro. Sempre gostei de vários estilos musicais e a música sempre me fascinou.


Suas músicas são bem dançantes e românticas. Em quem vocês se inspiram na hora de compor?

Temos duas composições nossas no álbum. “Sinta a Vibe”, que escrevemos em parceria com o nosso produtor, Venus Brown, durante as gravações do disco em Nova York, ela transmite o espírito da banca de diversão e descontração; e “Olhos Nus”, escrita pelo Igor, sobre estar apaixonado e sofrer por amor. Nos inspiramos no nosso estilo de vida, nas nossas experiências.


É verdade que vocês gravaram o álbum P9 em Nova York? Como foi essa experiência?

Foi incrível! Nós ficamos lá por um mês, numa rotina pesada, indo para o estúdio e absorvendo todo o conhecimento que o Venus e a equipe tinham para nos passar. Nos aproximamos bastante durante esse tempo, passamos a nos conhecer melhor.

Qual música do CD foi a mais legal de gravar? Cantar em inglês é fácil para vocês?

Compor “Sinta a Vibe” no estúdio foi surreal, porque cada um dava um palpite e fomos vendo a música nascer. Mas é difícil escolher uma só. “New York Minute” é uma das favoritas de todos, por ser mais diferente, ter uma pegada R&B.
Cantar em inglês é tranquilo. Todos nós falamos a língua e nos sentimos super confortáveis.
Foto: Dilvugação/Sony Music Brasil
O clipe de "My Favorite Girl" mostra bem quem é a P9, com vocês se divertindo pelo Rio de Janeiro, surfando, andado de skate... Como foi gravar o clipe? Vocês ficaram felizes por terem batido o record de views da Vevo Brasil?

Foram dois dias de gravações e muito divertido! O clima durante as filmagens é aquele que você consegue ver no clipe, todo mundo rindo, fazendo brincadeira. Mostra como a gente encara a vida. Ter batido o record foi mais um susto pra gente. Primeiro a música foi para a trilha sonora da novela Salve Jorge, e a gente só descobriu quando começou a tocar, e depois o sucesso do clipe na Vevo. Ainda é uma experiência muito surreal, mas estamos muito contentes.

Vocês já fizeram alguns shows no Rio de Janeiro, São Paulo e agora estão com datas marcadas no Sul. Como o público tem reagido ao ver vocês se apresentando ao vivo? E vocês, ficam nervosos no palco?

É muito louco subir no palco e ver a galera gritando, cantando junto. Os secret shows de São Paulo e do Rio foram sensacionais e deixaram a gente querendo mais, porque é o que gostamos de fazer. A nossa turnê começa agora no dia 8 de setembro no Vivo Rio, com muitas supresas! ;)
Sempre dá aquele friozinho na barriga, mas é preocupação em fazer um show incrível pra quem veio nos ver.

Já rolou algum episódio engraçado com alguma fã? Como vocês lidam com isso?

Olha, não sei se foi engraçado, porque a gente ficou um pouco em pânico (risos). Mas uma vez, uma fã pediu nosso autógrafo e disse que ia tatuar as assinaturas no braço. Pedimos pra ela não fazer aquilo. Até hoje não sabemos se ela fez mesmo...

A P9 está com tudo e as músicas "My Favorite Girl" e "Love You In Those Jeans" não param de tocar nas rádios, além de vocês serem capa da revista Capricho deste mês. A ficha de que agora vocês são famosos já caiu?

Não sabemos nem se vai cair! (risos). A gente ainda não acredita quando é reconhecido na rua. Rola aquela dúvida “é comigo mesmo?”. E a coisa foi evoluindo. Quando lançamos “My Favorite Girl” vimos um barulho na internet, Facebook, Twitter... Ainda não nos acostumamos com essa atenção, mas os fãs são super carinhosos e estamos muito felizes com essa resposta positiva. É sempre um prazer encontrar com eles e trocar uma ideia.

Como banda, vocês são unidos?

Bastante! Logo que a gente se juntou viramos melhores amigos, irmãos mesmo. O mês em Nova York nos aproximou muito e conhecemos o jeito de cada um. Hoje rolam muitas piadas. Nossa relação é muito tranquila.

Muito obrigada pela entrevista, meninos! Desejo muito sucesso a vocês! Adorei a entrevista :)

O prazer foi nosso Aninha! ☺   
   Não tenho dúvidas de que você amou essa entrevista tanto quanto eu! Agradeço ao Jonathan, Gui, Michaele Igor pela atenção e à equipe da Sony Music Brasil pela oportunidade!

   Ah, a P9 lançou mais um clipe, desta vez da música "Love You In Those Jeans" e foram confirmados como atração especial do Z Festival, garanta seu ingresso!

Beijos,

Aninha :)


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Entrevista com Guilherme da banda Toyshop! + Sorteio de bottons e adesivos da banda!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Com músicas que não saem da sua cabeça, animadas e ao mesmo tempo com uma pegada punk, a Toyshop é uma banda brasileira que fez muito sucesso lá fora, chegou a ir à vários programas de TV brasileiros, tiveram o clipe de um de seus hits na MTV e depois de uma pausa nas atividades da banda, eles voltaram com tudo aos palcos brasileiros! E claro, que o Blog da Aninha teve que fazer uma entrevista com a banda!    
Da esquerda para a direita: Gabriel (guitarra), Guilherme (baterista), Natacha (vocal),
Val (guitarra) e Nando (baixo).
Foto: Divulgação


   Quem respondeu às minhas perguntas sobre a Toyshop foi o baterista, Guilherme Martin, que além da Toyshop, já teve várias bandas e inclusive, é casado com a vocalista, Natacha. Olha só:


Como a Toyshop foi formada? É verdade que o nome inicial da banda era Party Up?


   O Toyshop se reuniu em 1995, eu (GUILHERME), o Gabriel e o Val, já nos conheciamos de outras bandas em que tocamos, como o Viper, por exemplo. 
   O Val sempre tinha umas músicas muito boas que ele tocava para nós, mas faltava alguém para cantar. Como eu comecei a namorar com a Natacha mais ou menos na mesma época que começamos a banda, e em uma ocasião estavámos em um churrasco na casa dela, o Val começou a tocar umas músicas e ela começou a cantar junto, ninguém nem tinha ideia que ela cantava e que tinha uma voz tão boa, então fizemos o convite e ela se tornou a vocalista da banda com apenas 16 anos. O baixista entrou por último e se chamava Rodrigo.
   A princípio, a banda se chamava Party Up (que veio a se tornar o nome do nosso 1º álbum) e se tornou Toyshop quando mudamos para os Estados Unidos, por causa de nossa gravadora.

  Vocês tinham um objetivo inicial ao montar a banda ou era só uma "brincadeira"?

   A princípio, queríamos por em prática as músicas que o Val tinha e agora que tínhamos uma banda completa, gravamos uma demo tape, que teve um sucesso maior que esperávamos, e a gravadora Banguela Records, nos contratou. Esta era a gravadora da banda Raimundos e estava a todo vapor na época.
   Passamos a fazer muitos shows pelo Brasil, e fomos gravar um disco nos EUA com produção de Igor Cavalera, do Sepultura. Este disco rendeu mais um contrato com uma gravadora americana e nossa carreira foi transferida para os Estados Unidos em 1999.

 Quem são suas inspirações?

   Bem, tenho muitas em que poderia citar, como pessoa com certeza meus pais e a Natacha.
Como músicos, nunca fui fã de um guitarrista ou de um baterista em si e sim da história da banda deles. Curto muito os Ramones, pois foi uma banda que sempre se manteve fazendo a mesma coisa com muita garra, e de tanto insistirem viraram uma das maiores referências no Rock mundial depois de quase no fim da carreira. Mas tenho várias inspirações, sempre partindo de gente que insiste em suas próprias ideias e vence, mesmo que demore.

Como foi gravar o primeiro álbum da banda e o clipe de Daydream em outro país?


   Foi um tanto quanto inusitado, já estávamos morando e tocando nos EUA há algum tempo e logo após o lançamento do disco, decidiram que a balada Daydream seria o carro chefe de nosso álbum. Pediram para comparecer no set de filmagens, mas antes fizemos escolha de figurinos, etc.
   Era uma grande produção, um set de filmagem em um hotel Classico de Los Angeles, com muitos figurinistas... Ás vezes a gente olhava um pra cara do outro e se perguntava se era tudo aquilo para nós (risos).


  • Assista ao clipe de Daydream:


 Quais países além do Brasil que a Toyshop é conhecida?

   O Toyshop teve uma boa receptividade na Europa, era engraçado quando íamos para lá, na Holanda por exemplo, víamos nosso clip passando nas TVs em todo lugar, na Itália a música Daydream foi uma trilha sonora de um comercial de TV, e fora no Japão, parece que o som do Toyshop agrada muito por lá, inclusive a edição japonesa do álbum do Toyshop tem uma capa e encarte diferentes, e em vez de Daydream foi lançado o single de "I Wanna See you".
   Também tocamos muito pelos Estados Unidos, principalmente na Califórnia.

O filme das irmãs Olsen, "Férias no Paraíso", tem em sua trilha sonora duas músicas 
de vocês. Deve ter sido muito legal para a banda na época, não?

   Vou contar uma coisa, nem soubemos que iria ser incluída qualquer música de nosso disco neste filme, a gravadora simplesmente incluiu, e claro que foi demais afinal elas eram na época ídolos teenager.

Agora que vocês "retornaram" aos palcos, vocês sentiram alguma diferença em relação ao público?


   Esta é uma boa pergunta, temos encontrado muita gente que curtia Toyshop e queria muito que a banda voltasse a ativa, e por incrivel que pareça temos muitos fãs novos de diferentes idades!

Há possibilidades de vocês lançarem um CD novo?

   Com certeza, já estamos com as músicas todas prontas, e em fase de pré-produção. Vai ter coisas muito legais em breve!

Queria agradecer o Blog pela entrevista, e assim que tivermos qualquer novidades da banda, mandaremos para ser publicado.

Beijos à todos,
GUILHERME

E não para por aí: a banda vai sortear um par de bottons e adesivos (foto abaixo) para os fãs e leitores do Blog da Aninha! 
Participe!
Para participar é só curtir a página do Toyshop e do Blog da Aninha no Facebook e compartilhar a foto do sorteio no Facebook (clique aqui) e pronto, você já está participando! Vamos anunciar o vencedor dentro de três dias!


Beijos,

Aninha :)

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